O atletismo é uma das modalidades mais praticadas pelas pessoas com deficiência. O que contribui para a difusão da modalidade é o fácil acesso e a naturalidade dos movimentos, já que correr, saltar, lançar e arremessar são ações que proporcionam a sobrevivência do Homem. Buscando correr mais rápido, saltar mais alto, arremessar mais distante, superar seus próprios limites, esses atletas competem em provas de pista (velocidade, meio fundo, fundo e revezamento), de salto (em distância, em altura e triplo), de arremesso / lançamento (de peso, de disco e de dardo), de rua (maratonas) e combinadas (pentatlo). Alguns competem em cadeiras de rodas, outros com próteses, enquanto atletas com deficiência visual total ou parcial participam das provas com um guia vidente.
O atletismo faz parte do programa paraolímpico desde a primeira edição dos jogos, em 1960. Contudo, somente em 1984 que o Brasil conquistou suas primeiras medalhas.
Os atletas competem dentro de suas categorias, que são:
F” representa classes de Field campo), e “T” representa classes de Track (pista).
Os atletas B1 utilizam um atleta-guia para sua condução. É o guia que conduz o atleta pela pista, evitando que invada a raia adversária. Eles são ligados através de uma cordinha pelo pulso ou pela mão. Em provas de campo, o guia posiciona o atleta, dando-lhe a direção.
O atleta B2 pode, opcionalmente, usar o guia; contudo, mesmo sem ele, tem direito a duas raias em provas de pista. Já o B3 não tem direito as duas raias, sendo as regras, as mesmas da federação internacional de atletismo.
Fonte:
CBDC - www.cbdc.org.br
CPB - www.cpb.org.br