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Em 1978 surgiu o futebol de 7 para paralisados cerebrais, na cidade de Edimburgo, na Escócia. A primeira vez que a modalidade fez parte dos jogos paraolímpicos aconteceu em Nova York, EUA, em 1984; mas somente em 1992, em Barcelona, Espanha, que o Brasil fez sua estréia. Já a primeira medalha só veio em 2000, na Austrália,  com o terceiro lugar.

O futebol de sete é praticado por atletas do sexo masculino, com paralisia cerebral, decorrente de seqüelas de traumatismo crânio-encefálico ou acidentes vasculares cerebrais.

As regras são da FIFA, mas com algumas adaptações feitas pela Associação Internacional de Esporte e Recreação para Paralisados Cerebrais (CP-ISRA). O campo tem no máximo 75m x 55m, com balizas de 5m x 2m e a marca do pênalti fica a 9,20m do centro da linha de gol. Cada time tem sete jogadores (incluindo o goleiro) e cinco reservas. A partida dura 60 minutos, divididos em dois tempos de 30, com um intervalo de 10 minutos. Não existe regra para impedimento e a cobrança lateral pode ser feita com apenas uma das mãos, desde que toque no chão antes do contato com outro jogador ou da maneira convencional, onde não existe a limitação.

Os jogadores pertencem às classes menos afetadas pela paralisia cerebral. Ao menos um jogador da classe C5 ou C6 deve estar em campo. Caso haja alguma substituição e não tenha a disposição no banco algum atleta desta classe, a equipe jogará com menos um jogador.

Os atletas são distribuídos em classes de 5 a 8, de acordo com o grau de comprometimento.  Durante a partida, o time deve ter em campo no máximo dois atletas da classe 8 (menos comprometidos) e, no mínimo, um da classe 5 ou 6 (mais comprometidos).

No Brasil, a modalidade é administrada pela Associação Nacional de Desporto para Deficientes (ANDE).

 

Fonte:

CPB - www.cpb.org.br

ANDE - www.ande.org.br

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