O halterofilismo entrou nos jogos paraolímpicos em 1964; porém somente os homens podiam competir. Foi somente em 2000 que as mulheres também conseguiram o direito de participar das competições da modalidade. E são mais de 100 países que praticam o halterofilismo, aumentando ano-a-ano.
No início, somente os lesionados medulares podiam competir; contudo, hoje em dia, atletas com deficiência nos membros inferiores e com paralisia cerebral também competem.
A modalidade consiste no famoso supino, onde o atleta fica deitado em um banco e, com ou sem a ajuda de um apoiador, retira o peso do suporte, estendendo os braços e trazendo a barra até o peito, flexionando-os e completa o movimento colocando a barra no suporte. Este movimento pode ser feito 3 vezes, computando o de maior peso e com perfeição. Não se pode apoiar a barra no peito.
Ao contrário do halterofilismo convencional, onde se busca a explosão de força, no paraolímpico se busca a perfeição do movimento através da força máxima.
São 10 categorias masculinas e 10 femininas.
É a única modalidade em que os atletas são categorizados por peso corporal, como no halterofilismo convencional. São aceitos para competir atletas amputados dos membros inferiores, les autres com limitações mínimas, atletas das classes de paralisia cerebral e atletas das classes de lesões na medula espinhal.
Os competidores precisam ter a habilidade de estender completamente os braços com não mais de 20 graus de perda em ambos cotovelos para realizar um movimento válido de acordo com as regras.
Como não existe uma classificação desportiva, restringindo-se a uma classificação médica, o site da ANDE apresenta a seguinte classificação:
- Levantadores com seqüela poliomielite ou paraplégicos.
- Levantadores amputados e Lês Autres.
- Levantadores portadores de paralisia cerebral.
Fonte:
CPB - www.cpb.org.br
ANDE - www.ande.org.br