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O judô é a única arte marcial dos Jogos Paraolímpicos. Essa modalidade se tornou paraolímpica em Seul, 1988. A estréia das mulheres foi feita em 2004, nos Jogos de Atenas.

No Brasil, a modalidade chegou no início da década de 80. A primeira participação internacional foi em 1987, no torneio de Paris.

No ano seguinte, em Seul, o país conseguiu 3 medalhas de bronze, iniciando uma grande trajetória de conquistas nesta modalidade.

A modalidade, através de seus ensinamentos orientais, é muito importante para o cotidiano dos deficientes. Outra coisa importante é o aperfeiçoamento do equilíbrio, igualmente importante para os deslocamentos do dia-a-dia destes indivíduos.

O judô é praticado por atletas cegos e com deficiência visual que, divididos em categorias por peso, lutam segundo as mesmas regras da Federação Internacional de Judô.

Poucos aspectos diferem do judô convencional. São eles: os atletas iniciam a luta com a pegada feita (um segurando no quimono do outro), a luta é interrompida quando os oponentes perdem o contato e não há punições para quem sai da área de combate.

Judocas das três categorias oftalmológicas, B1 (cego), B2 (percepção de vulto) e B3 (definição de imagem) lutam entre si. O atleta B1 é identificado com um círculo vermelho em cada ombro do quimono.

O sistema de pontuação é igual ao olímpico e sua prática pode ser feita entre atletas cegos e não-cegos.

Fonte:

CBDC - www.cbdc.org.br

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