Este é o espaço que uso para expressar minhas opiniões, ou seja, aqui sempre falarei em primeira pessoa, pois sempre serei eu quem estarei escrevendo. Esteja à vontade para comentar e debater sobre os assuntos aqui levantados.
Eu, neste dia 07 de setembro, um ano atrás, comemorava o dia de maior felicidade de minha vida esportiva, afinal, era o dia da cerimônia de abertura dos Jogos paralímpicos do rio de Janeiro. Sim, aquele dia foi maior que as conquistas douradas que tive, foi maior que momentos memoráveis que passei. Era a realização de um sonho: o sonho de ter os jogos em meu país, em minha cidade, em meu estado! Era o sonho dos jogos que deixariam o legado paralímpico que tanto esperávamos: o do reconhecimento.
Caros amigos, em especial, aos companheiros paralímpicos,
Foi uma alegria imensa acompanhar, mesmo de longe, a abertura do edital de chamamento para a gestão do Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, feito ontem, durante a abertura dos Jogos Universitários, no próprio CT. Esperamos tanto por isso, eu, inclusive, na época, enquanto presidente da CBDV, e ontem, enfim, saiu!
Foi lamentável tudo que aconteceu sábado último, no clássico entre flamengo e vasco da gama em São Januário. Nada justifica a selvageria que acompanhamos, nada!
Ouvimos, em especial na internet, muitos acusando o Eurico pelo problema. Acho que precisamos avaliar em perspectiva tudo que aconteceu e deixar o processo político à margem para uma melhor análise.
"Chute no ângulo" do Vasco da Gama ao reformar e reabrir o parque aquático do clube hoje. Em uma parceria com a CBC, parte importante de São Januário pode voltar a receber atletas e sócios, eu acho, a partir de agora.
Estamos vendo um Vasco sem rumo, sem norte e lamentavelmente, quebrado financeiramente.
Em uma série de posts, eu quero falar sobre minhas visões de meu clube. Agora, neste, vou buscar um apanhado geral, que nortearão nossos próximos textos.
De verdade, eu lamento muito meu tempo sem postar aqui (acho que alguns deviam agradecer, rs), mas lá se vão 6 anos quase de total silêncio.
Sim, acho hoje que foi um erro. Usar o espaço para dar visibilidade ao trabalho que é feito, às questões intramuros, aos bastidores da gestão era a melhor alternativa a seguir. Mas não foi assim.