Este é o espaço que uso para expressar minhas opiniões, ou seja, aqui sempre falarei em primeira pessoa, pois sempre serei eu quem estarei escrevendo. Esteja à vontade para comentar e debater sobre os assuntos aqui levantados.
Dias difíceis estes que vivemos. Mas seguindo esta série de post sobre a pandemia, hoje eu queria comentar sobre o tal pico e sua suposta “mobilidade”.
Me parece claro que todos pegaremos em algum momento a tal COVID19, mas quando será o pico? Não era em abril, não era semana que vem?
Definitivamente não foi uma boa participação de nossa equipe, e nem minha, neste regional de futebol para cegos, disputado nesta última semana, em São Paulo.
Ficamos em sétimo lugar, mas, muito mais importante que a colocação, que foi ruim, mesmo assim, foram as partidas jogadas, que falarei rapidamente uma a uma.
Aqui estou, uma vez mais no CT Paralímpico, esta sensacional estrutura esportiva e acessível, em São Paulo, para competir em mais um regional sul-sudestes de futebol de 5.
Depois de algum tempo sem postar, volto derramando um monte de besteiras para vocês... Desta vez, queria comentar uma matéria que li esta noite passada.
Primeiramente, dizer que estou bem sumido daqui e de tudo, já que estou trabalhando demais, e morando agora em Nova Iguaçu, novamente, o tempo é menor para cuidar de coisas que gosto, mas que tomam algum tempo para fazer com alguma qualidade.
Além do mais, questões pessoais tem me consumido tempo importante e impedindo o desenvolvimento de coisas novas, como tal, os textos daqui!
10 anos de fundação, 10, 10, dez anos! Naquela fatídica madrugada, quando eu precisava dormir para jogar no dia seguinte, mantive-me firme em busca de um ideal: retomar o esporte para cegos no Brasil. Não era refazer, pois o esporte já existia; era reorganizar, devolver a autonomia de nossos atletas, equipes, técnicos. Era recolocar as pessoas cegas e o movimento paradesportivo como protagonista, fora das quadras também, e novamente.
Chegou o brasileirão, meus amigos. 12 equipes se encontram em São Paulo para tentar ser campeã; todas elas querem, mas uma única conseguirá. Mais ou menos com este script se inicia cada campeonato: pessoas ou equipes reúnem-se em torno de algo, lugar ou objetivo, todos querem o título, mesmo que lá no fundo, o conhecimento sobre suas capacidades lhe orientam a objetivarem modestos degraus.